quarta-feira, 2 de março de 2011

Catálogo de peixes - Tucunaré


Nome: Tucunaré
Nome científico: Chichla sp
Água doce ou salgada: Doce
Família: Chichlidae
Características: É uma espécie de peixe presente em quase todo o Brasil. Os tucunarés são peixes de médio porte com comprimentos entre 30 centímetros e 1 metro. Todos apresentam como característica um ocelo redondo no pedúnculo caudal e são peixes osseos.
Hábitos: Os tucunarés são sedentários e vivem em lagoslagoasrios e estuários, preferindo zonas de águas lentas ou paradas. Na época de reprodução formam casais que partilham a responsabilidade de proteger o ninho, ovos e juvenis. São peixes diurnos que se alimentam de qual quer coisa pequena que se movimenta e outros peixes e até pequenos crustáceos. Ao contrário da maioria dos peixes da Amazônia, os tucunarés perseguem a presa até conseguir o sucesso.
Onde encontrar:O tucunaré é uma espécie territorial e sedentária, não realiza migrações. Na Bacia Amazônia, quando os rios estão com as águas baixas, habitam principalmente as lagoas marginais, partindo para a mata inundada (igapó ou mata de várzea) durante as cheias. Nas lagoas, durante o início da manhã e final do dia, quando a água já está mais fria, se alimentam próximo às margens.
Dica para pescá-loOs tucunarés são peixes que atacam tanto iscas vivas como artificiais em movimento, pois elas lhes chamam a atenção.

Videos da Semana #2












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Fim da Piracema!

Acabou no ultimo dia 28 a Piracema, periodo do ano em que acontecem as desovas dos peixes.
Wikipédia:

"Piracema é o nome dado ao período de desova dos peixes , que compreende toda a região do Pantanal nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
O período da piracema ocorre entre outubro e março, quando os peixes nadam contra a corrente para realizar a desova, de modo a poderem reproduzir-se. Tal evento é fundamental para a preservação da piscosidade (abundância de peixes) nas águas de rios e lagoas. Neste período é proibida a pesca nos dois estados"

Com o fim da piracema, voltam as atividades pesqueiras no Centro-Oeste, para a felicidade dos pescadores!
E com isso volta a atividade o nosso blog!
Estaremos com atualizações semanais para você amigo pescador!

Então fique ligado no Mundo da Pescaria e boa pesca!

PMA/MS divulga balanço final da “Operação Piracema”

A Polícia Militar Ambiental de Mato Grosso do Sul (PMA/MS) divulgou nessa terça-feira, 1, o balanço final da “Operação Piracema”, encerrada na segunda-feira por conta do término do período em que acontece o fenômeno de reprodução dos peixes, a piracema.  Do começo de novembro até o último dia 28 foram apreendidos 984 kg de pescado irregular, a quantidade mais baixa desde 1998, o primeiro ano da fiscalização intensa.
Nos últimos quatro meses, 69 pessoas foram presas praticando a pesca ilegal nos rios sul-matogrossenses.
Segundo a PMA, os resultados se dão por conta da estratégia adotada nas últimas piracemas, de concentrar a fiscalização em pontos críticos, como cachoeiras e corredeiras. Grande parte dos pescadores foi presa no momento em que armavam os petrechos de pesca.
Comparando com a última piracema, os números caíram. No período 2009/2010, foram apreendidos 1.790 kg de pescado e 98 pessoas foram presas.
Mato Grosso do Sul é um dos estados mais procurados por pescadores. O Estado tem diversidade de rios, de espécies esportivas e conta a seu favor a proximidade de São Paulo, onde está concentrada a maioria dos praticantes da pesca no País.

fonte:revistapescaecompanhia.uol.com.br

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Catálogo de peixes - Jatuarana

Nome: Jatuarana
Nome científico: Brycon sp
Água doce ou salgada: Doce
Família: Characidae
Características: A jatuarana se restringe às Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins, apesar de pertencer a um gênero que conta mais de 60 espécies nominais, das quais aproximadamente 40 distribuem-se pelas Américas Central e do Sul. É confundido com piracanjubas, piraputangas e matrinxãs, por ser parente próximo das três, além de possuir o mesmo formato alongado e pouco comprimido, lembrando um foguete. Pode atingir até um metro de comprimento e passar dos nove quilos, mas são comuns indivíduos abaixo dos 40 cm e 2 quilos. Seu corpo é recoberto por escamas e o maxilar inferior é levemente proeminente, voltado para cima. De coloração prateada, tem uma mancha opaca arredondada atrás do opérculo. As nadadeiras são levemente avermelhadas, com exceção da caudal, que é mais escura. Possui uma dentição muito forte, com dentes pontiagudos distribuídos em várias fileiras no maxilar superior, como é comum ao gênero, permitindo-lhe uma dieta variada. A boca é pequena e terminal. A cabeça é pequena em relação ao corpo. Possui também uma pequena nadadeira adiposa, localizada no dorso e próximo à cauda.
Hábitos: De modo geral, é onívora, com dieta baseada em frutos, sementes, raízes, flores, pequenos peixes, folhas, aranhas e larvas de insetos. Como a nadadeira caudal é furcada, consegue rápido deslocamento na água. A espécie tem linha lateral bastante desenvolvida, o que a deixa muito atenta a sensíveis variações no ambiente. O início da reprodução coincide com o aumento da temperatura da água, precipitação pluviométrica e número de dias de chuva. Por ser um peixe que realiza a desova total, ou piracema, a jatuarana faz longas migrações rio acima para se reproduzir.
Curiosidades: As jatuaranas apresentam dimorfismo sexual, sendo que as fêmeas possuem comprimentos maiores do que os machos.
Onde encontrar: Presente na Bacia Amazônia e Araguaia-Tocantins. Normalmente, estão agrupados em grandes cardumes, principalmente na época da piracema, tanto em canais e leitos de rios quanto nas áreas próximas às margens e em locais de águas rápidas e corredeiras, onde procuram alimento. Geralmente, estão mais ativas durante o dia ou ao entardecer, com luminosidade mais fraca. São encontradas durante o ano todo, principalmente na época da seca e quando a água está mais limpa, preferencialmente na coluna d'água entre obstáculos semi-submersos como pedras e galhadas. O tamanho mínimo exigido para sua captura é de 18 cm.
Dica para pescá-lo: A espécie, bastante arisca, costuma ficar em locais de águas rápidas e bem próximas a estruturas, sempre na sombra. Como se trata de uma espécie maior que a matrinxã, é preciso usar equipamentos mais fortes, para evitar que ela vá para o enrosco.

fonte:http://revistapescaecompanhia.uol.com.br

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sábado, 15 de janeiro de 2011

Diário de Pescaria #01

Nome: Marcell SImaan e Israel Garrido
Local: Rio Pium, Pium-TO

Data: Julho/2009
Material Utilizado(inclui isca): Carretilha e vara Marine Sport , equipamento leve, linha 0.30 e "linhada" 0.35. Isca : minhoca e peixe.
Peixes Capturados: Fidalgo, Surubim(Pintado).

Relato breve: Pescaria em família no rio Pium, com bons frutos!
Fotos:

Diário de Pescaria #00

A Nossa nova coluna chama-se Diário de Pescaria, onde colocaremos a ficha técnica de pescarias, além de relatos e fotos das aventuras! E você também pode participar! É só enviar as informações sobre sua pescaria para mundodapescaria@gmail.com com os seguintes dados:

Nome:__________________________________
Local:___________________________________
Data:___________________________________
Material Utilizado(inclui isca):__________________
Peixes Capturados:__________________________
Relato breve:______________________________
Fotos:___________________________________

Participe! Conte suas histórias e compartilhe suas experiências! Vamos levantar as histórias de pescador!


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